Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 19/11/2020

A saúde mental pode ser descrita como a qualidade psicológica de uma pessoa, medida a partir do estado emocional, cognitivo e pela presença ou ausência de alguma doença mental de um individuo. O estado de cada um destes tópicos podem ser alterados com o tempo de acordo com a vivência de seu receptáculo.

É correto afirmar que, a saúde mental contemporânea, está completamente abandonada. Fato que se origina de um mundo atual (que, por si só é originado, principalmente, dos séculos passado) completamente focado em cobranças por produtividade, tanto do próprio individuo, quanto da sociedade que o rodeia, Além de vários pensamentos típicos, como a ligação de cuidados perante á saúde mental, com “loucos”, “problemáticos” ou “deficientes mentais”.

Em consequência disso, a saúde mental das pessoas tem sua qualidade diminuída com o famoso estresse, problemas sociais e as perigosas sobrecargas mentais, fatos muito bem vistos em pesquisas como o índice de suicídios no mundo que representa 0,5% das mortes no mundo inteiro todo ano, de acordo com uma pesquisa da OMS, dado que pode parecer pequeno, porém que , quanto comparado ao número de mortes do mundo, se torna algo bem extenso. Outra pesquisa da mesma mostra que, a cada 40 segundos, uma morte no mundo, tem como seu principal motivo o suicídio, com um maior foco entre crianças e adolescentes.

É importante destacar formas para mudar esta situação, entre elas, alterar realidades, como a falta de problematização da má saúde mental dentro de famílias e escola, e o tabu sobre o mesmo, que impede a viabilização de discussões sobre o problema, tanto em espaços físicos, quanto em virtuais. Problema percebível nas maiores plataformas da internet, como o Youtube (rede social de convívio através de vídeos), e a Twitch (rede social de convívio através de transmissões ao vivo), que silenciam conteúdos com palavras chaves como “suicídio”, presentes nos conteúdos da plataforma.