Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 19/11/2020

Sob a perspectiva do filósofo e economista alemão, Karl Marx,  " O capital não tem a menor consideração pela saúde ou duração de vida do trabalhador, a não ser quando a sociedade o força a respeita-la". Nesse contexto destaca-se importância do cultivo do autocuidado. Entretanto, a sociedade está mais preocupada em acumular capital e do que com a própria saúde mental.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a maioria das pessoas que sofrem de doenças psicológicas não tem nenhuma ajuda. Segundo dados da organização mundial da saúde (OMS), grande parte dos jovens e adolescentes com doenças mentais não recebem nenhuma assistência ou tratamento. Com isso, torna-se visível o descaso com os cidadãos que não tem alternativas para se libertarem da doença.

Por conseguinte, a falta de reivindicação e cobrança social de seus direito assegurado por lei, reduz ainda mais as chances de pessoas com distúrbios psíquicos tenham atendimento médico. De acordo com o filósofo suíço, Jean Jacques Rousseau, " A vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos", já que o estado não cumpre sua função de preservar a integridade física e mental de seus cidadãos, esses tem que exigi-los.

Diante do exposto, cabe ao Conselho Nacional do Direitos Humanos (CNDH), rever suas condutas para que os direitos dos cidadãos sejam exercidos. Ademais, o Ministério da Saúde em conjunto com o Ministério da Educação deve Propor um projeto de lei, entrega câmera dos deputados, para que cada escola tenha no mínimo três psicólogos, para assim proporcionar auxílio psicológico aos jovens. Com isso, espera-se diminuir significativamente os casos de distúrbios mentais.