Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 23/11/2020

A obra literária “O Alienista” do escritor Machado de Assis conta a história do Dr. Simão Bacamartes, psiquiatra que abriu uma clínica para estudar doenças mentais e doenças mentais. Desta forma, o Simão passou a acolher algumas pessoas na cidade, primeiro as pessoas com desvios, depois as pessoas sãs, e por fim, percebeu que os desvios estavam nele, acabou por ser estagiário. Semelhante ao trabalho, a saúde mental contemporânea ainda é ignorada e a cultura do autocuidado é ignorada. Isso se deve principalmente à demanda excessiva de produtividade por parte dos indivíduos e da sociedade, bem como ao abandono das famílias e das escolas.

Sob esse preconceito, é legal supor que as cobranças excessivas sejam o motor dessa frustração. Nesse sentido, o filósofo alemão Arthur Schopenhauer disse: “O maior erro que uma pessoa pode cometer é sacrificar sua saúde em troca de outros benefícios”. Dessa perspectiva, muitas pessoas aumentarão sua carga própria porque valorizam a produtividade e a renda. Porém, esquecem a importância do autocuidado e sacrificam a saúde. Como resultado, são criados defeitos na cultura do autocuidado, e a dificuldade de lidar com a frustração leva a doenças mentais como depressão, ansiedade e até suicídio.

Além disso, deve-se destacar que a falta de problematização de lares e escolas tem agravado os problemas acima mencionados. Nessa perspectiva, os ambientes familiar e escolar muitas vezes silenciam sobre a dor psicológica dos jovens, porque as ideias ideais baseadas em ideias mal formuladas ou pouco claras são difíceis de questionar. Portanto, de acordo com o escritor do Império Romano Sêneca: “Sua opinião sobre si mesmo é muito mais importante do que o que os outros pensam de você.” Nesse caso, o autoconhecimento é essencial para podermos superar esses obstáculos, para que o meio ambiente seja impulsionado a mudar de perspectiva.

Portanto, medidas devem ser tomadas para promover a relevância das questões de autocuidado e saúde mental. Diante disso, recomenda-se que o governo federal, assim como o Ministério da Saúde, trabalhe com o Ministério da Educação para a realização de atividades publicitárias nas escolas, por meio de debates e palestras, com o objetivo de reexplicar a incompreensão sobre saúde mental. Isso prova a importância do psicólogo no enfrentamento das mudanças psicológicas e comportamentais, buscando o controle da autocoleção e motivando a cultura do tratamento para reduzir o estresse psicológico e proporcionar o verdadeiro autocuidado. Desta forma, as pessoas esperam que as pessoas não sejam tão descuidadas quanto o Dr. Simon de Machado, pelo contrário, elas podem sim ter a saúde mental como seu principal alvo.