Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 25/11/2020
Com toda a correria do dia-a-dia das pessoas, elas têm se esquecido do autocuidado e da importância de cuidar de sua saúde mental, têm se preocupado mais com carreira, dinheiro, trabalho, sem se preocupar como deveriam com sua qualidade de vida e bem estar consigo mesmas, como praticar atividades físicas, tirar um tempo para si mesmas para ir ao salão, a um massagista, ou algo do tipo.
Esse autocuidado interfere tanto na saúde física (sedentarismo) como na mental (depressão, baixa estima, ansiedade). Manter tudo isso em dia nos ajuda a ver o lado bom das coisas, nos ajuda a ser mais fortes em situações delicadas. Embora não seja fácil organizar trabalho, cuidados consigo mesmo, entre outras coisas do dia, temos que nos esforçar o máximo para tirar um tempinho para nós.
Um exemplo é os jovens, estudantes que sofrem pressão psicológica da sociedade, que impõe que devem estudar 24 horas por dia, se quiserem ser alguém na vida, gerando muita ansiedade e depressão. Isso tudo acaba gerando uma desmotivação muito grande com os estudos devido a todo esse peso (sem contar os que precisam trabalhar e estudar desde cedo), o que pode ocasionar a falta de dedicação em seus estudos, e prejudicar seu futuro.
De acordo com uma matéria do G1, uma pesquisa feita pela psicóloga Karen Graner com discentes de cursos da área da saúde, o sofrimento psíquico aflige 30% dos estudantes. Já em escala mundial, esse número sobe para 49,1%, ou seja, a cada dois universitários, um não está com boa saúde mental. Neste momento da pandemia do coronavírus (Covid-19), os médicos e especialistas recomendam constantemente a procura do cuidado com a saúde mental, para prevenção de doenças mentais. Um ótimo veículo para esse tipo de informação tem sido as redes sociais, muito utilizadas ultimamente.
Algo que retrata bem este assunto é a série 13 reasons why, em português, Os 13 porquês. Nela, a personagem de Hanna Baker sofre de autoestima baixa, e vários outros motivos levam-na cometer suicídio. Essa é a realidade de muitas pessoas.
A baixa estima pode ser causada por diversos fatores, como por exemplo: medo, insegurança, traumas do passado, dificuldade de relacionamento etc.
Portanto, medidas são necessárias para resolver essa problemática. Sugere-se que o Governo Federal realize uma conscientização em escolas e empresas, por meio de debates e palestras que procurem reformular conceitos equivocados sobre saúde mental, buscando o controle da autocobrança e incentivo de terapias com intuito de diminuir a pressão psicológica e proporcionar o verdadeiro autocuidado, deixando a disposição de escolas e empresas psicólogos para que as pessoas tomem o hábito e vire costume sempre fazer terapia.