Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 25/11/2020
No Brasil, muito se discute hoje sobre a saúde mental no século XXI. Para se tornar uma adversidade contemporânea, a sociedade dá pouca atenção a ela. O problema é atribuído à banalização da saúde mental e à visão depreciativa da maioria das pessoas com doença mental.
Um dos fatores da desvalorização da saúde mental é a pouca importância das pessoas com essa questão. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 6% da população brasileira sofre de depressão. Embora o país tenha altos índices dessa doença e de outras doenças, como a ansiedade, grande parcela da população ainda não da a devida importância para o bem estar mental. Essa realidade de pouca importância com a saúde psicológica é uma das causadoras desses alarmantes dados sobre transtornos mentais. As doenças citadas acima, como principalmente a depressão e ansiedade, são, de modo geral, vistas por muitas questões sem muita importância, de modo a serem vistos como “besteira”, “fraqueza” e como “falta do que fazer”. Essas opiniões levam à desvalorização da saúde mental e ao tratamento de doenças mentais (como terapia), fazendo com que as pessoas façam vista grossa para essa questão.
Além disso, a desvalorização dos problemas psicológicos das pessoas também é a razão para a desvalorização da saúde mental. O estigma social é um conceito sociológico que contém uma visão depreciativa de que determinado grupo sofre uma certa dor que o distingue de outros. Na prática, essa visão é observada ao se visualizar a maioria da população como pessoas com doenças mentais (como ansiedade e depressão), pois as pessoas com essas doenças são avaliadas pela população leiga como “fracas” e “têm Problemático". Essa situação pode fazer com que as pessoas que desejam buscar ajuda profissional sintam-se retraídas e amedrontadas, pois se ficarem doentes, podem se sentir ofendidas.
Portanto, as medidas devem ser avaliadas para dar importância à saúde mental. O Ministério da Saúde deve cooperar com os departamentos de mídia para organizar anúncios em canais de TV, rádio e Internet para promover a importância de enfatizar a saúde emocional e vivenciar a saúde mental, e fornecer informações sobre psicoterapia e transtornos mentais para eliminar falsas crenças sobre saúde emocional e viés. Desta forma, é possível atribuir importância à saúde mental no século XXI.