Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 26/11/2020

Nunca de cuidou tanto da estética como nos dias mordernos. Com o auxílio da Indústria Cultural de massa, influenciando  e objetificando o lucro e a manutenção do pensamento dominante, a saúde mental dos consumidores e o autocuidado têm sido levados a extremos, o que por sua vez, pode trazer pontos positivos e negativos para a população, sendo necessário expor cada um deles e ver que há predominância dos negativos.

Em primeiro lugar, existe o lado positivo que encoraja a população a ter um cuidado maior consigo mesmo. Com o aumento do cuidado estético, as pessoas se preocupam  mais com sua alimentação, exercícios físicos e cuidados com a saúde, o que pode gerar um aumento na autoestima, culminando em uma maior socialização do indivíduo. Possibilitando, dessa forma, uma melhoria significativa na vida daqueles que seguem o padrão estabelecido.

Em contra partida, o grande número de propagandas pode manipular negativamente as pessoas. Influenciando os hábitos de consumo e padrões estéticos de beleza, as propagandas associam ao uso de seus produtos a felicidade e a autorealização, o que pode levar ao aumento do número de casos de doenças, como a anorexia -doença associada à visão distorcida do corpo em busca do padrão “ideal” de beleza. Dessa maneira, devem ser criados formas de conscientizar as pessoas, além de diminuir os efeitos negativos das muitas propagandas.

Medidas, portanto, são necessárias para a resolução desse impasse. O governo através do Secom em parceira com ONGs e o Ministério da Educação, deve promover palestras conscientizadoras em universidades e escolas, além de produzir propagandas em tvs, rádio e internet, a fim de diminuir os efeitos negativos desta indústria no país, possibilitando dessa forma, que a influência pase a ter um cunho mais positivo beneficiando tanto a população, como a indústria.