Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 01/01/2021

“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo”, essa frase escrita no templo de Delfos e épigrafe dos filósofos antigos carrega sua importância até os dias atuais. Em uma contemporâneidade na qual uma juventude que deveria apresentar o vigor máximo da vida, em vez disso vai lentamente morrendo, cedendo a depressão e o suicídio.

É nessa ausência de conhecer a si mesmo e ter o autocuidado que a Organização Mundial da Saúde em 2020 publicou que 1 a cada 6 jovens, envolvendo todas as nações, sofre de algum distúbio mental. Não obstante, são poucos os que estão dipostos a recorrerem a um tratamento.

Sendo que por vezes, nem é necessário o uso de medicamentos. Uma simples correção nos hábitos como de praticar atividades físicas, alimentar-se bem e dedicar um tempo a si próprio é o suficiente para amenizar uma mentalidade nefasta. Já para outros casos a psicoterapia é mais viável. Ninguém melhor que um terapeuta para sentenciar o que fazer.

Contudo, há aqueles que negligenciam melhorar-se, convencidos por um senso-comum que “só os loucos precisam de psicólogos”. Essa noção insipiente tem que ser substituída por: “ir a uma terapia nos dias que correm deveria ser como ir ao dentista”.

Em síntese, é possível reduzir essa ignorância. O Ministério da Saúde do Brasil pode empregar mídias que conscientizem a real situação dos  jovens brasileiros, transtornados. E com programas sociais gratuitos aquele pode ofertar ensino de práticas esportivas e protocologos alimentares saudáveis e acessiveis.