Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 14/01/2021

É notório o crescimento de discussões sobre autocuidado, visto que, a sociedade brasileira, é historicamente preconceituosa acerca de problemas de culto mental. Isso é resultado da cultura errônea que apenas deficientes podem fazer acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, bem como, não compreenderem a importância de manter sua saúde mental estável.

Primeiramente, vale relembrar que, o Brasil tem preconceito com acompanhamentos mentais. Por isso, mesmo com a mente esgotada, evitam procurar ajuda, já que, seram reprimidos, e por consequência, obtem-se brasileiros doentes, sem conhecimento e compreensão das própias emoções. Como exemplo, a personagem Ivana da novela “A força do querer”, que não reconhece a si mesma e é reprimida pela própia mãe.

Ademais, observa-se o descaso com a emoções. As escolas por exemplo, não trabalham com os estudantes o autoconhecimento e/ou controle das emoções, já que, na adoslecência, estão vulneráveis, cheio de sensações, novidades, e sem acompanhamento acabam desenvolvendo problemas como ansiedade, depressão, instabilidade emocional etc.

Sendo assim, cabe ao Ministério da Educação promover nas escolas aulas sobre autoconhecimento, por meio de palestras e disponibilização de psicológos, bem como, a mídia, por meio de publicações e parcerias com influencers, nas redes sociais, dismitificar o errôneo pensamento sobre o acompanhamento mental. Estas ações teram como objetivo, aumentar o autocuidado, e incentivar as pessoas a procurar ajuda, sem medo de críticas, bem como, normalizar a procura por psicológos e psiquiatras.