Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 06/01/2021
A saúde mental da população vem sendo debilitada por diversos fatores sociais e independente de estímulos externos. Perceber os sintomas é o primeiro passo para o tratamento. Há ainda o preconceito, o estigma, de ser chamado de “louco” ou alguma autocensura sobre isso. Para combater esse estigma, é preciso de ação do agente de saúde pública, como o SUS.
Há diversos tipos de doenças mentais, e o mito de que é alguma forma de fraqueza da pessoa ou como alguns chamam de “frescura”. Que é possível melhorar apenas com o uso de pensamento positivo, ignorando o fato de ser uma efermidade e que deve ser tratada como tal. Por não ser visivel, acaba sendo substimada. A Organização Pan Americana de Saúde levanta um dado preocupante: o suicídio já está classificado em terceiro lugar como a principal causa de morte em jovens de 15 a 19 anos. E a principal causa do suicídio é o quadro agravado da depressão, uma das principais causas de transtornos entre jovens e adolescentes.
Para diversas doenças mentais, há diversos tratamentos, mas todos começam com o encaminhamento de especialistas: psicólogos e psiquiatras. O trabalho em conjunto de terapia com intervenção medicamentosa pode reverter quadros graves e criar uma expectativa de vida melhor. Para isso, é necessário desmitificar as doenças mentais, tirar dúvidas e incentivar a procura por ajuda especializada.
É necessário, portanto, uma ação de orgãos competentes sobre a tutela do Sistema Único de Saúde, para conscientizar a população dos males e possiveís tratamentos, mostrando que é natural a pessoa ser afetada por doenças mentais e que isso não a faz louca ou “preguiçosa”. Quebrar esse estigma com propaganda estensiva em redes sociais e comerciais de TV, mostrando os caminhos a milhões de pessoas que precisam desse estímulo para procurar a ajuda necessária.