Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 18/01/2021
A Constituição federal de 1988, o documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6, o direito a saúde mental como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem repercutido quando se observa a saúde mental da sociedade brasileira, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante.
Em primeira análise, deve se ressaltar a ausência de medidas governamentais para o combate a falta de assintencia a quem sofre com doenças mentais. Nesse sentido, o excesso de trabalho e também a a incapacidade de aprendizagem dos jovens na escola, pode acabar gerando transtornos mentais, logo o governo nao oferece para o tratamento. Essa conjutura, segundo o filósofo John Locke, obtem a violação do “contrato social”, já que o estado nao cumpre com esse dever indispensável.
Ademais, é fundamental apontar que a depressão é uma doença metal que pode causar grandes problemas mentais, pois para essas pessoas não existe mais o sentido da vida, como a falta de ambições e capacidade. Segundo a Organização mundial de saúde em 2017, o Brasil é mais depressivo que os outros países da america latina.
Afim de que, o governo crie um projeto para implantar profissionais nas escolas e orgãos publicos, facilitando assim a comunicação e o tratamento, com a finalidade de oferecer prevenção dessas doenças mentais, mas também, o tratamento, possibilitando uma melhor qualidade de vida e o bem-estar.