Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 18/01/2021
Na metade do século xx, segundo zygmunt Buaman, ocorreu uma dissolução das estruturas sólidas, como as tradições, as religiões e os costumes, que foram substituídas por estruturas líquidas que, logo, se defaz e outra surgue no seu logar - chamada por ele de Mordenidade Líquida. Nesse contexto, em que tudo está em constante mudanças, ocorreu um aumento do número de ansiedade e de depressão, transtornos mentais em geral, frutos da ausência do amparo das estruturas sólidas. Assim, no Brasil, o aumento dessas doeça foram tratadas com preconceito e discriminação em razão da falta de informação da sociedade, bem como da vida pefeita dilvugada nas redes sociais.
Em primeira análise, é importante ressaltar que, em muitos casos, diversas pessoas não procuram auxílio psicológico por se sentirem envergonhadas ou por agreditarem na ideia de que os transtornos mentais são uma mera “frecura”. Nesse sentido, o sociólogo Émile Durkheim afirma que a todo momento os indivíduos são influênciados pela sociedade por meio de códigos coercitivos - chamados por ele de fatos sociais -, e isso se verifica, no contexto dessa doença , em que a sociedade constantemente, seja através da internet ou da mídia , induz a ideia de que a doença mental não existe. Portanto, os doentes mentais são frequentemente expostos ao preconceito que pode levar ao suícidio.
Em segunda análise, é imprescindível destacar a influência das redes sociais para manutenção dessa linha de pesamento de preconceito contra os doentes mentais, em que as pessoas estão, a todo momento, divulgando uma vida ideal que não corresponde a realidade. Destarte, de acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, as pessoas tornaram se, ao mesmo tempo, os compradores e o próprio produto ao passo que tentam demonstrar um estereótipo de vida ideal , em busca de reconhecimento e status sociais. Paralelamente, essa realidade é proxima a demostrada no livro “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley, na qual é representado uma realidade distópica em que todos os cidadãos são manipulados para seguirem uma vida ideal, mas para isso são distribuidos super rémdios - “soma” - para suprimir os transtornos mentais.
Diante do exposto, para metigar o número de doente mentais no Brasil é mister que o Minitério da Saúde divulgue, por meio da internet ou tv, a realidade, mostrando que as doenças mentais são normais e que a vida ideal é , na maioria da vezes, frustrante, e, além disso, estimular a busca de auxílio psicológico pelo doente mentais, a fim de exaurir a desinformação da sociedade e, por conseguinte, acabar com o preconceito e a descriminação contra os doentes mentais.