Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 13/04/2021

Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado são tópicos importantíssimos para discussão, principalmente no momento de pandemia que estamos enfrentando. Com o isolamento social, tarefas do dia a dia, estresse acumulado, trabalho em excesso, relacionamentos tóxicos, entre outros, muitas pessoas acabaram por deixar de lado a “cultura do autocuidado” que visando o bem estar e a saúde mental cria hábitos e condutas saudáveis ​​que serão adotados por uma pessoa.

Com esse cenário de pandemia, muitos brasileiros se encontram em situações financeiras precárias, tanto individuais como familiares, já que a renda influencia totalmente nas relações sociais e políticas como um todo, podendo desestruturar qualquer vida. Crises no serviço, na vida social e na família são um dos principais exemplos que podemos dar que podem acarretar dependências em drogas e gerar problemas psicológicos.

Arthur Schopenhauer, um filósofo alemão, disse que “O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem”, milhares de pessoas por motivos de autocobrança em excesso, deixam sua saúde (tanto mental, quanto física) para traz com intuito de satisfazer as expectativas de segundos ou por necessidade própria. A falta de cuidados cruciais como ter boas noites de sono, uma alimentação saudável, momentos de lazer, praticar hobbys, ter boas relações sociais por exemplo, ocasiona uma baixa na prática da cultura do autocuidado e um aumento em potencial no desenvolvimento de problemas psicológicos como depressão, ansiedade, crises de pânico e transtornos, podendo levar até mesmo ao suicídio, mostrando a importância de ter uma mente saudável e estável.

Portanto, visto que a saúde mental e a cultura do autocuidado são de extrema importância, o Estado juntamente com ONGs especializadas em assuntos psicológicos e com a OMS (Organização Mundial da Saúde) devem promover formas que levem o conhecimento dessa cultura para mais pessoas e criar projetos, como debates e rodas de conversa, que ajudem as pessoas a tratarem ou se aliviarem de seus problemas internos. Buscar apoio da sociedade para pressionar o governo a fim de tornar menos precária a situação de vida em que muitos indivíduos se encontram, para assim garantir a saúde e dignidade dos mesmos, proporcionando mais condições de vida e oportunidade de se reerguer.