Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 14/04/2021
“Nada se perde, nada se cria. Tudo se transforma.” A seguinte afirmação foi dita pelo físico Lavoisier, traz consigo a reflexão sobre a importância de se transformar e abrir a mente para vencer preconceitos enraizados . A saúde mental e o autocuidado entre jovens tem sido um assunto popular, pois ainda existem pessoas com tabu, dessa forma, as doenças mentais crescem exponencialmente.
Em primeira análise, o preconceito com doenças mentais está presente na sociedade desde à Grécia Antiga, nessa época eles faziam marcas com brasa de ferro para separar os que se sentiam diferentes da sociedade “correta”. Entretanto, essas marcas são vistas nos dias de hoje quando a felicidade é idealizada como se fosse a mesma para todos, porém se o indivíduo não se encaixa nessa idealização, ele é rotulado, isso causa um impacto direto em sua vida, gerando insegurança, pensamentos suicídas e entre outras coisas.
Em segundo lugar, a política do autocuidado é definida como a pessoa que cuida da sua saúde, previne doenças e lida com as mesmas. Ademais, o autocuidado é valorizado também no momento de conquistar uma vaga de emprego, se o jovem não tem confiança nele mesmo e não tem sua saúde mental valorizada, ele não vai conseguir um emprego. Consequentemente, poderá desenvolver depressão, culpa, ansiedade.
Desse modo, compreende-se que essa problemática deve ser resolvida. Cabe ao Ministério da saúde desenvolver palestras sobre a importância do autocuidado, desmistificar o preconceito e sobre características de doenças mentais para os indivíduos souberem quando devem procurar ajuda. A mídia pode atuar ativamente na divulgação dessas palestras, juntamente com as escolas que devem disponibilizar o conteúdo para seus alunos. Sendo assim, com essas ações efetivas, gradativamente o autocuidado será mais inserido na vida dos cidadãos, e o preconceito erradicado.