Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 15/04/2021

O filósofo John Locke, destaca que é dever do Estado assegurar os direitos e o bem-estar da população. Entretanto, em virtude da decadência da saúde mental ser uma realidade brasileira, é perceptível uma fragilidade estatal, que além de ser irresponsável, não exerce seu papel social, segundo Locke.

A princípio, o Estado apresenta uma história de intíma em relação ao presente tema, visto que, segundo a OMS, o Brasil ocupa a oitava colocação em maiores taxas de suicídio. O descuido da saúde mental resulta, no pior do casos, em suicídio, mas o abuso de bebidas alcoólicas, uso e vício de substâncias ilícitas e até comportamento agressivo também são reflexos disso.

Além disso, é válido ressaltar que, embora o assunto tenha se popularizado ao longos dos anos no meio televisional, como por exemplo a série “13 Reasons Why” produzida e dirigida pela plataforma de streaming “Netflix”, o cenário presente desse tema ainda é preocupante, pois o suicídio ocupa o terceiro lugar em mortes de jovens entre 15 a 19 anos.

Portanto, pode-se concluir que, o cuidado com a saúde mental deve ser imediato para que os números sejam cada vez menores, sendo assim, o Ministério da Sáude em colaboração com o Ministério da Educação e tendo como base o Estatuto da Criança e do Adolescente, proporcionará acompanhamento com psicólogo nas escolas estaduais e municipais, que dará tratamento necessário para cada paciente e também passará a conscientizar melhor o corpo docente e responsáveis sobre os devidos cuidados com a saúde mental dos jovens.