Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 16/04/2021
“Se você quer fazer do mundo um lugar melhor, olhe para si mesmo e faça essa mudança”, esse verso tirado da faixa “Man In The Mirror” de Michael Jackson, afirma que o ser humano deve ser a mudança que ele quer ver no mundo em todas as questões. Porém, a falta de incentivo da imprensa brasileira ao desenvolver o assunto e a falta de acesso financeiro ao atendimento psicológico inviabiliza o cuidado emocional.
Em primeira análise, o autocuidado não é constantemente lembrado e incentivado nas grandes mídias brasileiras, o que reflete na baixa qualidade da saúde mental de brasileiros que, em sua maioria, não procuram se cuidar, fazer terapia ou terem qualquer tipo cuidado quando se remete a saúde mental ou ao autocuidado visual. Esses tópicos são ainda mais comuns nos homens por causa de toda uma cultura machista, de que o homem não pode sofrer, não deve procurar ajuda e que não pode ser vaidoso consigo.
Contudo, caso o indivíduo tenha condição financeira de se cuidar, tanto mentalmente, como visualmente, seria de extrema importância que realizasse isso para se sentir melhor, mais confiante, com menos inseguranças, com uma melhor autoestima e bem-estar. Mas isso se torna muito difícil em um país onde 2/3 dos trabalhadores ganham até apenas 3 salários mínimos.
Portanto, é necessário que o Estado, juntamente com o MEC, adotem medidas que priorizem a saúde mental e o autocuidado, por meio de discussões e debates sobre o tema e principalmente incentivando fortemente toda a população a frequentar a terapia semanalmente ou a cada quinzena. Desse modo, facilitaria uma crescente constante na convivência pública e social na sociedade no geral.