Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 24/04/2021

Os problemas de saúde mental são considerados uma nova pandemia. Afetando números de brasileiros, podendo levar a outros transtornos, levando, no pior das hipóteses, ao suicídio. Não existe uma cultura do autocuidado, tem-se hoje um preconceito muito grande relacionado a tal doença e ao tratamento mental. Remediar tal problemática é imprescindível.

A priori, vale ressaltar que o número de pessoas com depressão no mundo, de acordo com a OMS, pode passar de 300 milhões. Apesar de ser um número alarmante, sendo considerada um transtorno comum, um preconceito muito grande para com os portadores. A falta de conhecimento gera um estigma entorno de “problemas” relacionados ao cérebro humano, muitos, pela ignorância, acham ser apenas uma tristeza facilmente curada. Tal pré conceito é vindo muitas vezes dos pais, podendo piorar o quadro, gerando o aparecimento do TDI, transtorno de  personalidade, por exemplo.

A posteriori, é de suma importancia evidenciar o autocuidado, que é por muitos, banalizado, pela falta de conscientização e incentivo, há pessoas ainda, que acreditam que a ajuda psicológica ou psiquiátrica seja para para “loucos”, que o cuidado com a mente e com o corpo seja frescura. Segundo dados da Pfizer de 2020, esses indivíduos correspondem a 48% da população mundial, sendo, 30% idosos em faixa etária superior a 55 anos e 18% sendo jovens de 18 a 24 anos.

Portanto, fica cristalina a necessidade de remediar e se falar sobre as doenças mentais e o autocuidado. Fica claro então a necessidade do governo disponibilizar, gratuitamente, ajuda psicológica, como terapia e remédios receitados por psiquiátras, para que as pessoas mais pobres tenham a oportunidade de se tratar, assim diminuindo também os índices de suícidio, é importante também que através de campanhas midiáticas, conscientize a população sobre o autocuidado, matando os preconceitos.