Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 03/08/2021

A necessária saúde mental.

No final do século XIX e início do XX, Freud começou seus estudos sobre a psicanálise. Essa ciência que em seu tempo não era muito reconhecida e apresentava pouca relevância naquela cultura.No entanto, sua teoria é marcante na sociedade atual, a qual mostra uma grande preocupação a respeito de assuntos que envolvem a mente e a alma dos seres humanos, principalmente quando o tema da discussão é saúde mental, visto que ela é indispensável para o bem estar e que para mantê-la em dia é necessária a prática da cultura do autocuidado.

Um exemplo disso é a multimedalhista olímpica americana, Simone Biles. Essa que impactou os noticiários ao anunciar sua desistência dos Jogos Olímpicos de Tóquio por um problema emocional. Tal anúncio gerou revolta em grande parte da população mundial e tornou a atleta alvo de severas críticas. Isso esclarece o impacto de problemas psicológicos nos seres humanos e reforça a necessidade do tratamento pessoal. Além disso, o acontecimento mostra que essas doenças são tratadas como “frescuras” por muitos indivíduos.

Ademais, o filme “Coringa” evidencia a necessidade de autocuidado. O longametragem traz a história de um homem com distúrbios mentais que o afetam gravemente e os estigmas sociais que lhe acometem, como o preconceito e a humilhação que o levam para um estágio incontrolável de loucura. Tal obra é uma crítica a forma como as pessoas tratam quem sofre com essas perturbações e mostra que elas podem ser tão degradantes como qualquer outra doença.

Logo, conclui-se que a cultura do autocuidado e a preocupação com a saúde mental são fundamentais para uma boa condição de vida. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde a produção de campanhas de tratamento mental, por meio de consultas psiquiátricas e programaa de conversa, visando ajudar aos indivíduos que sofrem desse mal. Mas também é dever dos meios de comunicação, como a imprensa, a conscientização da população acerca do assunto, por meio de comerciais e propagandas, visando combater o preconceito e, principalmente, o medo de assumir uma fraqueza emocional, uma vez que ela pode ser perigosa.