Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 01/04/2022

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Or-ganização das Nações Unidas, declara a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social. No entanto, o atual cenário fere essa garantia quando evidencia a saúde mental e a importância da cultura do autocuidado. Nesse sentido, é notável a negli-gência governamental e a ausência de medidas educacionais.

Nessa perspectiva, convém enfatizar a negligência do governo diante do pro-blema. Segundo o filósofo inglês Jonh Locke, o Estado, enquanto garantidor dos di-reitos fundamentais, deve assegurar uma vida confortável à sociedade. Desse mo-do, a insuficiência institucional se configura como falha na função do corpo docen-te, visto que o poder público não garante os direitos aos cidadãos. Por conseguinte, a população sofre com a privação de debates sobre saúde mental e autocuidado, destarte, fica evidente a omissão no cumprimento do ofício atribuido ao sistema político.

Ademais, vale ressaltar a carência de palestras educativas em âmbitos escola-res. Análogo a isso, o filósofo e matemático Pitágoras afirma : “Educai as crianças e não será preciso punir os homens”. Dessa forma, é perceptível a escassez de medi-das educacionais, quando não há autoconhecimento infantil, as crianças crescem e se tornam adultos alienados, com falta de consciência de que possui um grau de responsabilidade na formação do mundo ao seu redor.

Logo, o Ministério da Saúde, orgão do Poder Executivo Federal brasileiro, deve promover campanhas de conscientização em escolas, por meio de investimentos públicos, com a finalidade de garantir o bem-estar social. Após essas ações, espera-se que haja uma melhora no que tange à questão, conforme a Declaração Univer-sal dos Direitos Humanos.