Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 28/09/2022

Segundo a máxima de Ghandi: “o futuro depende daquilo que fazemos no presente.”, tal afirmação evidencia a necessidade da tomada de boas decisões. Com isso, o estigma quanto à saúde mental, agregado a escassez de políticas públicas que incentivem a cultura do autocuidado, tem corroborado com a difusão de distúrbios mentais. Portanto, é necessário analisar tal impasse.

A princípio, a forma como a sociedade se posiciona em relação às doenças mentais na contemporaneidade possui efeitos negativos. Tal como assim, o sociólogo Baumam afirmava que não são as crises que mudam o mundo, mas assim a relação da sociedade com elas. Partindo desse mesmo ponto de vista, o estigma relacionado aos distúrbios psicológicos tem se propagado no meio atual e prejudicado a forma como as pessoas lidam com tais doenças. Com isso, a visão retrograda que é propagada nos dias atuais, faz com que os indivíduos não se atentem ao autocuidado.

Outrossim, a omissão governamental fomenta tal problema por meio da ausência de políticas públicas eficazes. Pensando nisso, foi criado o setembro amarelo, que visa difundir a importância da vida para pessoas que sofrem com depressão. Contudo, o governo se omite nos demais meses do ano. Desse mesmo modo, o tratamento especializado para quem sofre com distúrbios mentais, muitas vezes, não chega a áreas carentes. Sendo assim, o descaso governamental dificulta a melhoria dessa problemática.

Por conseguinte, é evidente a influência que a sociedade e o governo possuem para que ocorra a propagação do cuidado com a saúde mental. Nesse sentido, é necessário que o Governo Federal atue por intermédio de políticas públicas com profissionais especializados em escolas, por meio de palestras que incentivem o autocuidado, além disso, que haja tratamento especializado em postos de saúde nas regiões carentes. Ademais, o ministério da saúde deve por meio de anúncios nos meios midiáticos, alertar a população dos impactos dos distúrbios psicológicos, para que assim, haja a diminuição do estigma quanto a saúde mental. Logo, a cultura do autocuidado será prioridade na contemporaneidade.