Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 19/05/2018

Conforme o dito do filósofo Jean-Jacques Rousseau, o povo, por ele próprio, quer sempre o bem, mas ,por ele próprio, nem sempre o conhece. Assim, com tal perfil, testemunhamos o crescimento do sedentarismo, em um âmbito no qual a vontade geral para que haja melhorias está sempre certa, mas moção que a orienta nem sempre é a conveniente. Visto que o descaso em relação à saúde, juntamente com o imediatismo da sociedade têm cooperado para o aumento desse infortúnio.

No tocante ao descaso em relação à saúde, homens e mulheres têm permanecidos céticos no que se refere a complicações relacionadas ao bem-estar. Segundo o IBGE, 46% dos adultos brasileiros são sedentários, sendo quase a metade da sociedade brasileira. Assim, é explícito o fato que homens e mulheres têm priorizado outros aspectos em suas vidas, excluindo, consequentemente, a saúde de suas rotinas.

Ademais, o cotidiano frenético do corpo social tem se colocado como impedimento para o cuidado pessoal dos mesmos, contrapondo assim a citação de Platão, que diz que, o importante não é viver, mas viver bem. Outrossim, esse frenetismo é visto desde os tempos das revoluções industriais e do período da globalização, no qual a valorização do produto sempre foi mais significante que o produtor. Com isso, o aumento de dietas imediatistas e remédios para aumentar o metabolismo têm sido crescentes para amenizar os problemas enfrentados pela sociedade nessa vertente.

Portanto, diante dos fatos susoditos, é de grande necessidade que a Organização Mundial da Saúde faça uma ação contra a descrença da sociedade em relação ao sedentarismo, com fatos e números reais, relacionados a argumentos médicos através das mídias, para o esclarecimento do que realmente é viver de uma forma saudável. É também necessário que o Ministério da Saúde crie ações conscientizadoras para todas as faixas etárias, promovendo o aumento de profissionais da saúde, como técnicos, psicólogos e médicos nos meios educativos e trabalhistas para a prevenção de possíveis complicações geradas pela rapidez do cotidiano, para que assim a nossa moção dessa vez venha ser correta.