Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 29/05/2018
‘‘Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças’’, autor da teoria da evolução, Charles Darwin afirma que mudanças são inevitáveis e devemos adapta-las à elas.Nesse contexto, modernidades e tecnologias do século XXI acabaram gerando um problema de saúde pública no País, o sedentarismo, que atualmente é o pivô de diversas doenças, como diabetes e obesidade.Logo, o comodismo advindo da tecnologia e o descaso com a saúde tende à agravar o cenário.
A priori, é importante destacar que 60% da população mundial é sedentária, segundo dados da Organização Mundial da saúde, em 2017.Isso mostra que a sociedade ainda não adota o exercício físico em sua rotina, negligenciando a importância de tal prática, aliado à má alimentação, com a infinidade de produtos industrializados existentes no mercado, doenças cardíacas, por exemplo, são frequentes e geram imensos gastos nos cofres públicos, referentes à saúde, que poderiam ser evitados.
Posteriormente, deve-se afirmar também que a rotina de trabalho integral impede grande parte da sociedade à pratica de exercícios, devido à falta de tempo.Além disso, a jornada dupla de mulheres com filhos agrava ainda mais o sedentarismo, pois, dados do IBGE de 2013, afirmam que o número de mulheres sedentárias no Brasil ultrapassa os homens, sendo elas uma parcela de 51,5% dos casos.
Ademais, espera-se que o Governo utilize-se da probidade administrativa, sendo coerente nos gastos públicos e investindo em praças e ciclovias, tendo em vista que a população poderá praticar exercícios gratuitamente.Além disso, empresas e locais de trabalho, independentes do ramo, devem estipular 5% do horário de trabalho para a prática de ginástica laboral, sendo fiscalizadas pelos Órgãos competentes.Por fim, campanhas de conscientização devem ser divulgadas pela mídia, alertando a população para os riscos causados pelo sedentarismo, logo, à longo prazo nosso país poderá adaptar-se as mudanças tecnológicas e sociais, que tanto afetam a saúde pública.