Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 29/09/2018
O filme ‘‘Wall-E’’, produzido pela Disney, aborda uma versão futurista, em que a população mundial vive em estações espaciais, obesos, devido o extremo sedentarismo, já quem usam máquinas para se locomover. Fora da ficção, com o advento da globalização, esse cenário está tomando forma, seja pelo ritmo hiperveloz da sociedade contemporânea ou pela falta de preocupação com a saúde, quem acabam por agravar a problemática.
Torna-se evidente, que a sociedade atual se adapta, cada vez mais, aos eixos da velocidade e praticidade da vida, logo à alimentação não foge desse contexto. Dessa forma, os ‘‘fast-foods’’ viram aliados à essa vida caótica, mas, por serem alimentos com altos indices calóricos, o que seria prático acaba virando um impasse. Assim, o consumo excessivo desses alimentos abre portas para diversas doenças, como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares, que são ocasionadas pelo pouco gasto energético.
É notável, que grande parte dos brasileiros não têm o senso crítico de avaliar a qualidade de sua alimentação, em virtude de uma saúde melhor. De acordo com o Ministério da Saúde, o excesso de peso atinge mais de 50% da população brasileira e a taxa de obesidade é aproximadamente de 20% no país. Desse modo, o sedentarismo é o gatilho inicial para a progressão dos problemas apresentados, durante o qual os indivíduos vê-se, sem tempo para se exercitar, e junto a uma má alimentação, facilitam o comprometimento da saúde desse público.
Portanto, é imprescindível que o Governo Federal promova políticas públicas para estimular uma alimentação mais saudável, como baratear o preço de alimentos orgânicos, a fim de incentivar um consumo benéfico. Além do mais, cabe à mídia desenvolver campanhas na internet e televisão, abordando a temática em questão, com o fito de reduzir a ocorrencia do mal do século.