Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 11/07/2018

Torna-se evidente que o avanço tecnológico está contíguo ao sedentarismo, a praticidade que a tecnologia propôs ocasionou os seres humanos a gastar cada dia menos energia. Com o passar dos anos é possível notar que o êxodo rural, desequilíbrio energético e a industrialização dos alimentos, colaborou á população se tornar a cada vez mais preguiçosa. Assim transfigura-se a importância do limite entre a tecnologia e o individuo, como também a relevância na prática do exercício físico na infância.

É inelegível perceber que segundo dados do IBGE mais de 50% da população tem acesso a internet, uma das inúmeras ferramentas de tecnologia, no entanto aproximadamente metade dos brasileiros são sedentários, o acesso exagerado acarretou a falta de tempo para prevenção da saúde, através de exercícios físicos. Para que haja um limite entre a saúde e a tecnologia,o Ministério da Saúde orienta 30 minutos de exercícios durante 3 vezes na semana, assim evitando inúmeros problemas que o sedentarismo ocasionaria no futuro desde de doenças cardiovasculares e a até mesmo a depressão.

É indiscutível que as crianças de hoje serão os futuros adultos, é notável perceber que a presença de crianças obesas e mais estressadas está relacionado ao sedentarismo, a pequena quantidade de aulas de Educação Física e as cantinas lotadas de alimentos industrializados, interfere no desenvolvimento. Tal realidade, tem que ser contraposta, pois o sedentarismo é o mal do século, pois a atividade física é importante para  o crescimento, evitando doenças e o desenvolvimento mental.

Diante do exposto, é necessário medidas para reverter o cenário problemático, os municipios devem construir ciclo vias e reformular os espaços físicos de esportes, o Ministério da Fazenda deve reduzir os impostos sobre os alimentos saudaveis para aumentar o consumo dos destes, cada estado deve fazer ações de saúde nas cidades, os empresários proporciornar exercicios físicos aos seus funcionários.