Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 01/08/2018

Notoriamente, após as Revoluções Industriais, houve um encurtamento de distâncias. Entretanto, se por um lado tais colaborem para que hajam ainda mais pessoas integradas, por outro, facilita para que aumente o índice de sedentarismo pelo mundo. Nesse sentido, convém analisar as causas, consequências e possíveis soluções para a problemática que pode vir a ser o mal do século e, provavelmente, de muitas gerações que estão por vir.

Atualmente, é possível perceber que as novas tecnologias advindas da industrialização iniciada no século 18 na Inglaterra, fazem cada vez mais parte do dia a dia do ser humano. Segundo pesquisas do IBGE, 46% da população adulta brasileira é sedentária, tornando perceptível o quão grande é o domínio do mundo virtual sobre as pessoas. Com o cotidiano ainda mais conectado e cheio de tarefas, é possível que uma pessoa se esqueça de que a prática de exercícios é tão fundamental em sua vida quanto as postagens e curtidas nas redes sociais.

Além disso, tendo a física como base, uma ação caracteriza-se como trabalho, quando há um deslocamento, levando a evidenciar que, é de saber geral que ao longo dos séculos a humanidade foi evoluindo para que houvesse o menor trabalho possível. Com isso, dispositivos cada dia menores e mais eficientes foram sendo pensados e idealizados, visando um futuro presencial estático e com redes de internet mais velozes. Aumentando problemas de saúdes advindos da falta de atividade física, como diabetes, obesidade, pressão alta e falta de disposição para movimentos simples e de fácil execução.

Portanto, é necessário que os programadores criem aplicativos acessíveis a um grande público virtual, que estimulem os indivíduos a praticar esportes e, por consequência objetivem atingir uma vida mais saudável. Nesses aplicativos deverão haver exercícios e recompensas, levando assim o usuário a sentir-se incentivado a dar continuidade a tais ocupações, criando hábitos melhores, por exemplo, uma caminhada diária de 40 minutos. Reduzindo, assim, a problemática do sedentarismo.