Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 03/08/2018
Diferente do tempo Paleolítico em que o homem caçava para obter sua comida, hoje conta-se com uma vasta diversidade de produtos alimentícios no supermercado, facilitando não somente o consumo exagerado de alimentos processados, como também, aumentando o sedentarismo. Segundo o IBGE, apenas 40% dos brasileiros realizam atividade física, e os principais motivos que levam as pessoas ao sedentarismo são a falta de tempo e a comodidade que a tecnologia proporciona, uma vez que é possível pedir seu alimento por aplicativos e sites na internet.
Desse modo, é perceptível a dificuldade que as pessoas enfrentam para começar uma atividade física e mudar os hábitos alimentares, tendo em vista que é bem mais cômodo descansar após o trabalho e comer algo que agrade o paladar, do que praticar exercícios físicos que aumentam a expectativa de vida e evitam problemas cardiovasculares, podendo até mesmo auxiliar no tratamento da depressão, já que ao se exercitar o corpo libera a endorfina, hormônio da felicidade, trazendo benefícios além da manutenção de peso
Logo, é necessário que as pessoas reconheçam a importância de se movimentar e os malefícios que o sedentarismo acarreta na saúde física e mental, como o envelhecimento precoce, a tendência a diabetes e o sobrepeso. Fatores que podem ser evitados com uma vida mais saudável, mas que devido a comodidade e a grande variedade de produtos industrializados no mercado, fazem com que seja mais ‘’fácil’’ ser um sedentário.
Sendo assim, é necessário estimular a pratica de atividades físicas regularmente, para que se evite futuros problemas com a saúde. Portanto, o Ministério da Saúde deve investir em propagandas incentivando a prática do esporte e mostrando seus benefícios na saúde da população. Ademais, as instituições de ensino poderiam proporcionar aos alunos, um esporte diferente ao menos uma vez na semana, mostrando que há vários modos de se exercitar.