Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 31/08/2018

“O importante não é viver, mas viver bem- Platão. Para o filósofo, a qualidade de vida tem tamanha importância, de modo que supera a da própria existência. Em contra partida, o sedentarismo ainda é um problema que afeta os adultos brasileiros. Com efeito, convém analisar suas causas e consequências.

Em primeira análise, pode-se destacar que o advento de tecnologias, como smartphones, computadores e carros, trouxe facilidade para diversas atividades, pagar contas, se deslocar para lugares distantes, entre outras, o que é essencial no mundo globalizado em que se vive atualmente. Porém isso também representa um problema, visto que as pessoas perdem a necessidade de se esforçar fisicamente para executar suas tarefas, o que é evidenciado pelo IBGE, o qual afirma, que cerca de 50% da população maior de 18 anos do Brasil é sedentária.

Além disso, a falta de exercício físico tem consequências catastróficas para a saúde humana, como diabetes e hipertensão, de acordo com dados da OMS, a qual ratifica que 10% da população mundial sofre a primeira doença e 28% da segunda. Logo, percebe-se a necessidade de mudanças na rotina dos indivíduos, a fim de alcançar o bem estar e a saúde.

Dessa forma, medidas são necessárias para resolver o impasse. Segundo Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que se pode utilizar para mudar o mundo, assim, cabe ao MEC em parceria com o ministério das comunicações, instituir palestras, ministradas por profissionais da saúde, através de veículos midiáticos, internet e TV, com o fito de elucidar a população do país acerca dos riscos do sedentarismo. Ademais, os sedentários devem sair da comodidade, praticando atividades físicas regularmente, como musculação ou corridas em parques ao ar livre.