Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 04/09/2018
No mundo dos quadrinhos, os ciborgues aparecem bastante nos enredos das histórias. Ter um corpo robótico, incansável e infalível é a vontade da maioria dos seres humanos. No entanto, no plano da realidade atual, o homem ainda é um organismo biológico, que necessita de atividades físicas para manter o seu metabolismo. Contudo, o esquema de vida moderna propiciou o crescimento exponencial do sedentarismo na sociedade, acarretando um grande problema de saúde pública, que urge ser solucionado pelo Estado.
O sedentarismo é perigoso, ele causa diversos males ao corpo humano. Para agravar a situação, a ausência de exercícios físicos aliado com a má alimentação do cotidiano, são vetores de diversas enfermidades, que podem levar ao óbito. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a obesidade, diabetes e irregularidades hormonais são algumas das doenças propiciadas pela vida sedentária. Isso é lamentável, visto que o cidadão prefere permanecer inerte, do que aumentar sua longevidade.
Todavia, vale salientar que nem sempre a culpa é do sedentário. Há uma falta de investimentos em centros esportivos, parques e pistas de ciclismo por parte do Governo. De acordo com Aristóteles, a política deve ser exercida para alcançar o bem-estar da sociedade. Nesse sentido, depreende-se que é responsabilidade do Estado tomar frente desse problema de saúde pública para manter a harmonia social. Diante dos fatos, urge que o Estado intervenha na saúde e bem-estar da população, investindo na infraestrutura dos municípios para a construção de parques, centros esportivos e a implementação de ciclovias.
Dessa forma, promoverá o acesso da população às atividades físicas, e diminuirá bruscamente o quantitativo de enfermos. Outrossim, é importante que o MEC promova palestras nos colégios públicos pronunciadas por profissionais da saúde a respeito dos males do sedentarismo, para alertas os estudantes brasileiros sobre a problemática decorrente. Destarte, a humanidade não irá necessitar de recorrer aos ciborgues para a manutenção da saúde e eficácia do corpo humano.