Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 23/10/2018

Os confortos proporcionados pela vida moderna, incentivaram a inércia da população. O sedentarismo surge como resultado dessa imobilidade, apontado como mal do século, devido a falta de hábitos saudáveis e atividades físicas da sociedade. Essa negligência em relação ao corpo, possui potencial destrutivo e pode desencadear consequências devastadoras.

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, em 2009, constatou que 26,3% da população brasileira apresentava sedentarismo. Isso evidencia os comportamentos do homem moderno, que opta pela comodidade e tranquilidade momentânea, deixando de lado o cuidado com a saúde a longo prazo. Como exemplo, horas de trabalhando sentado, locomoção por carros e a facilidade fornecida pelo avanço tecnologia, contribuem para a ociosidade e preguiça constante. Portanto, verifica-se uma sociedade cada vez mais acomodada e despreocupada com as consequências dessa falta de movimentação.

Um outro aspecto a mencionar é á relação do sedentarismo com doenças em expansão, pois pode ser fator agravante de problemas sérios não transmissíveis, como diabetes, obesidade e doenças do coração. Essa doença do século, embora possua fácil prevenção, não obtém a atenção e seriedade merecida. Dessa maneira, banaliza-se as indicações de pratica a exercícios físicos, o que contribui para o crescente número de sedentários, principalmente jovens.

Diante do exposto, dar-se a entender que o sedentarismo deve ser visto como uma doença séria. O Ministério da Saúde, deve promover campanhas e eventos públicos que incentive pessoas de todas as idades a se conscientizarem. Junto a isso, é essencial que o Governo Municipal forneça espaços públicos seguros, como praças e parques, implementando material para atividades físicas livres.