Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 30/10/2018
Segundo o IBGE, a população sedentária do país soma em torno de 46% dos adultos. Esses dados são alarmantes, uma vez que endocrinologistas afirmam que o sedentarismo infere em diversas doenças, como diabetes, hipertensão e até mesmo câncer na tireóide.Por essas razões, faz-se pautar no século XXI, o continuísmo desse mau hábito e seus desdobramentos caóticos.
Em uma realidade onde a saúde virou comércio, não são todos que tem a possibilidade de praticar exercícios físicos, uma vez que esse setor não possui muitos investimentos por parte do governo.Poderiam por exemplo, instalar academias públicas - não apenas para terceira idade - e desburocratizar marcações de consultas com nutricionistas e afins.
A falta de infraestrutura, somatizada com a desinformação, leva os indivíduos a não se importarem com sua própria saúde, e isso é inaceitável. Uma vez que o sedentarismo pode afetar até mesmo a produtividade dos neurônios, como já foi provado por neurologistas e neurocirurgiões, por fim o próprio Estado acaba sendo afetado, pois a população trabalhista vai “render” menos do que o normal.
Mediante tais malefícios, é imprescindível que o governo federal, com apoio do MEC e da OMS, conscientize a população dos riscos que o sedentarismo propõe; cartilhas devem ser distribuídas nos colégios públicos e privados.Juntamente aos prefeitos e governadores, como foi supracitado, academias públicas devem ser instaladas, incentivando assim, a prática de exercícios físicos.Outra medida seria a promoção de multirões semestrais, com a presença de nutricionistas da iniciativa privada e pública, facilitando a interação entre população e médicos, e reconhecendo assim, a importância do profissional em nutrição.