Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 30/10/2018
Segundo o filósofo iluminista, Rosseau, o homem nasce livre, mas de alguma forma encontra-se acorrentado. Assim, isso comprova-se na questão do sedentarismo, no século XXI, causado pela ligação às tecnologias e facilidades. No entanto, o problema deve ser resolvido. Tais impasses advém do excesso de acomodação e da globalização, sendo preciso analisar tal problemática.
Inicialmente, o escritor austríaco, Stefan Zweig, confirmou em sua obra literária, do século XX, que o Brasil era um país do futuro, ou seja, mudanças sociais e tecnologias iriam ser efetivadas. Entretanto, a acomodação da sociedade não é um modo satisfatório de confirmar esse ideal, visto que, a atividade física é cada vez menos explorada, a alimentação saudável pouco difundida no Brasil e a facilidade de serviços em casa é comum. Analogamente, cerca de 54% da população, segundo o Jornal “O Globo”, passa 14 horas do dia em casa sem atividades físicas e sem alimentação de valor nutritivo.
Além disso, torna-se a exacerbada globalização como impulsionadora dos problemas. Isso, consoante ao pensamento de Zygymunt Bauman de que a modernidade marca a liquidez, pois, produtos e relações sociais tem seu prazo de validade curto, expõe que esse conceito é comum no cenário nacional, à medida que, as pessoas são cada vez mais consumistas de produtos que facilitem a sua vida. Dessa forma, não praticam exercício em nenhuma hora do dia e acabam desenvolvendo doenças como a obesidade, diabetes e hipertensão.
Portanto, diante dos fatos supracitados, nota-se que o sedentarismo deve ser extinto. O Ministério da Saúde, juntamente com educadores físicos, deve implementar campanhas de desenvolvimento de atividades físicas, por intermédio de apresentaçãoes artísticas, brincadeiras corporais e palestras nas praças e escolas-uma vez que essas ações tem um enorme poder transformador- a fim de diminuir a potencialização do sedentarismo.