Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 31/01/2019
Em meados do século XIX, a segunda geração do romantismo, no Brasil, era conhecida como o “mal do século”, por apresentar sentimentos pessimistas ao extremo como a desilusão e a melancolia. Neste momento, o grande mal do século para a população mundial está sendo o sedentarismo que pela falta de exercícios físicos resulta em problemas graves à saúde pública. Com destaque relevante para a obesidade. Convém ressaltar, a princípio que o sedentarismo, no Brasil, representa absurdamente 46% da população, dados divulgados pelo IBGE em 2013. Isso demonstra que o público em geral não está preocupado com a saúde, e apresenta como justificativa a falta de tempo para conciliar o trabalho e o estudo com as atividades físicas. Como resultado, as pessoas estão ficando obesas. Outro dado relevante divulgado pelo IBGE é que elas representam 60%. Reafirmando assim, a necessidade de mudanças de hábitos ruins e incluir mais movimentação no cotidiano.
Ademais, o renomado médico, Drauzio Varella, afirma que estamos com uma epidemia de obesidade e que cada um tem sua responsabilidade individual para combate-la. Além disso, a tecnologia tem corroborado com esse problema, por meio da comodidade com os carros, os smartphones, os alimentos industrializados e as redes de fast-food, por consequência, as pessoas estão se movimentando menos. Porém, esquecem que essas atitudes ocasiona em problemas sério a saúde, tais como a diabetes e a hipertensão, até mesmo a mortalidade precoce.
Assim sendo, faz-se necessário combater o mal do século XXI, o sedentarismo. Portanto, o Ministério da Saúde deve promover campanhas para prática de atividade física e alimentação saudável, além disso, as escolas devem solicitar dos alunos a participação frequente nas aulas de educação física, para assim, o esporte tornar-se um hábito e intrínseco ao indivíduo. Assim, as pessoas seguem a recomendação médica do Varella, passa ter sua responsabilidade no cuidado com a saúde.