Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 08/02/2019
Na sociedade contemporânea, com a descoberta de novas tecnologias, o sedentarismo passa a ser cada vez mais comum entre jovens e adultos, justamente pela comodidade e facilidade que tais modernidades trazem. No entanto, a saúde de grande parte da população mundial é colocada em risco devido a essa falta de atividades físicas.
Ser uma pessoa sedentária significa ter um gasto calórico reduzido que ocorre pela falta de movimentos que tenham um gasto energético superior ao do repouso. A diminuição de exercícios físicos acarreta doenças cardiovasculares, degenerativas e a obesidade. Além disso, sedentários estão mais propensos a sofrerem infartos e derrames cerebrais. Índices de pressão arterial e colesterol elevado também tendem a subir em pessoas com esse estilo de vida.
Os adeptos ao sedentarismo possuem menos disposição e em alguns casos não aguentam sequer trabalhar durante um longo período de tempo por sua saúde estar demasiadamente prejudicada. Tal fato pode ocasionar, na pior das hipóteses, na morte precoce da pessoa
Conclui-se, então, que para evitar o sedentarismo e suas consequências, se faz necessário o acompanhamento com um nutricionista desde a infância, juntamente com a supervisão dos responsáveis, para que a criança desenvolva o hábito de praticar exercícios e acostume a ter uma alimentação balanceada. Campanhas promovidas pelo Ministério da Saúde que incentivem uma reeducação alimentar para que os cidadãos evitem gorduras, alimentos industrializados, sais e outros alimentos prejudiciais à saúde também são essenciais para uma vida mais sudável e ativa.