Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 15/02/2019

O Sedentarismo é um assunto que preocupa os profissionais de saúde, porém a maioria da população não tem conhecimento de suas consequências. Em razão disso, as pessoas acabam por levar um estilo de vida sem a presença das atividades físicas e nessa direção se deparam com diversas doenças.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 60% da população mundial é sedentária, ou seja, faz pouca ou nenhuma atividade física. Além de não praticarem exercícios, a maioria não tem conhecimento de seus benefícios como a produção de endorfina, o hormônio do bem-estar. Assim, o sedentarismo não afeta só a saúde física, mas também a saúde mental como o médico americano John Ratey diz: “O exercício tem um profundo impacto nas nossas habilidades cognitivas e saúde mental.”

Além disso, o sedentarismo contribui para o aparecimento de diversas doenças cardiovasculares e até mesmo para o aumento do estresse diário. Com isso, os médicos estão cada vez mais preocupados com os problemas de saúde da população advindos da falta de exercícios físicos e da mentalidade de só se cuidar quando já está doente, como disse o historiador Thomas Fuller: “A saúde não é valorizada até que a doença chegue”. Portanto, é colocado em destaque não só o tratamento dessas doenças, mas também a prevenção delas.

Sem dúvida, pode-se dizer que medidas devem ser tomadas para resolver o problema. Logo, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com as mídias elaborarem campanhas sobre os benefícios da atividade física para que assim conscientize as escolas da importância da aula de educação física para os alunos e as empresas com a prática da ginástica laboral para os funcionários. Assim, hábitos saudáveis contribuirão para um maior bem-estar da saúde coletiva.