Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 24/03/2019
A partir da Revolução Neolítica técnicas possibilitaram se estabelecer em um local, como as de cultivo e o domínio do fogo. Assim, o homem tornou-se sedentário. Entretanto, ainda desenvolvia atividades que exerciam esforço físico. Atualmente, o sedentarismo, no sentido de não realizar atividades físicas, é uma das características mais marcantes da sociedade contemporânea. Nesse contexto, verifica-se que a tecnologia tem colaborado para esse estilo de vida e, também, a intensificação de doenças ligadas ao sedentarismo.
Em primeiro lugar, vale salientar que a maioria das pessoas está buscando permanecer na zona de conforto e, para isso, utiliza a tecnologia como meio para atingir esse fim. Dessa forma, tornaram-se menos ativos, modificando, também, os modos de trabalho na sociedade contemporânea. Segundo o Google, há, em média, 300 mil buscas todos os meses sobre trabalhos que podem ser realizados dentro de casa. Assim, pode-se inferir que a vida sedentária encontra-se em evidência no século XXI.
Além disso, a vida sedentária contribui para que doenças, como a diabetes e a obesidade, sejam características no século XXI. De tal maneira, compreende-se que parte significante da população mundial preocupa-se menos com a saúde, ou seja, as atividades físicas e os hábitos alimentares saudáveis não estão no cotidiano dessas pessoas. Segundo a OMS, um em cada 4 adultos é sedentário. Logo, torna-se necessário diminuir as taxas de pessoas sedentárias, pois, esse estilo de vida pode ser prejudicial à vida.
Portanto, para que o sedentarismo diminua exponencialmente medidas são necessárias. O Ministério da Saúde em parceria com a mídia divulguem a importância do cuidado com a saúde e os cuidados que devem ser tomados ao utilizar, de modo excessivo, a tecnologia. Assim, o público-alvo estará ciente dos riscos e poderá cuidar da saúde. De modo que, a vida seja vivida da melhor maneira possível.