Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 03/04/2019
A saúde é um inconteste princípio para a preservação dos direitos humanos. No Brasil, em meio a uma população sem o hábito de praticar atividades físicas, o sedentarismo corrobora para problemas sociais. Sob essa ótica, é imprescindível a necessidade de políticas públicas e educadoras a fim de atenuar a situação.
A princípio, consoante o sociólogo Sygmunt Bauman, em uma sociedade moderna, as relações entre os indivíduos são mais fluídas e constantes ao conflito. O sedentarismo é produto de ações de indivíduos com pouco gasto calórico semanal. A ociosidade, no entanto, traz muitos problemas a saúde, como aumento de colesterol e doenças cardiovasculares, que devem ser combatidos.
Outrossim, quando se trata de sedentarismo e obesidade, raramente o assunto é direcionado ao desenvolvimento do sujeito. É no progresso de criação que são criado hábitos que irão persistir ao longo de toda a vida, como a realização periódica de atividades físicas.
É salutar frisar que, para combater o mal do século, são necessários a conscientização e relativismo cultural. De acordo Monteiro Lobato, um país é feito de homens e livros. Segundo ele, assim como Paulo Freire, a educação tem o poder de mudar caminhos que levam ao sedentarismo. Com isso, a redução da patologia pode ser remediado com medidas educadoras.
Logo, é inquestionável a urgência de políticas públicas de modo que aumente os exercícios corpóreos das pessoas. Inicialmente, elementar que haja interferência do governo através dos Ministérios de Saúde e Infraestrutura por meio de construção de academias ao ar livre e ciclovias, que tenham profissionais aptos para atendimento das pessoas as quais irão utilizar. Faz-se, também, indispensável a presença da família em conjunto com as escolas, de modo que coloquem ênfase nas aulas de educação física para que esta não seja tratada de forma banal e conscientizem as crianças sobre os riscos de serem sedentários.