Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 11/04/2019
Sedentarismo é a falta ou a diminuição de atividade física regular. Embora não esteja necessariamente associado à falta de atividade esportiva. Já que atividade esportiva é organizada, planejada, estruturada e repetida com o objetivo de melhorar ou manter a aptidão física. Portanto atividade física pode ser definida como qualquer movimento corporal produzido pelo músculo esquelético que gera um gasto energético como limpar a casa, caminhar para o trabalho ou realizar funções profissionais que requerem esforço físico.
O homem só começou a se desenvolver quando largou o estilo de vida nômade e desenvolveu outro, o sedentário, a partir de então o homem teria um local fixo onde morar e teria um pedaço de terra para desenvolver a agricultura e pecuária. Contudo alguns milhares de anos após essa mudança o homem transformou o conceito de sedentarismo para o que alguns chamam de “preguicite aguda”, óbvio que com todos os comodismos atuais, muitas pessoas deixam de praticar atividades que outrora lhe ajudavam a de certa forma não se tornarem sedentários de corpo e alma.
Segundo o IBGE quase metade (46%) dos adultos no Brasil são sedentários, o ranking do sedentarismo é liderado pelas mulheres, com 51,5% ou 39,8 milhões, contra 39,8% ou 27,4 milhões de homens. As principais doenças causadas pelo sedentarismo são: Doenças cardiovasculares (risco de AVC ou infarto), aumento do risco de Diabetes do tipo 2, dor nas articulações, acúmulo gordura nas artérias, excesso de peso ou obesidade, além do acúmulo de gordura na região da barriga e aumento do colesterol.
Portanto, a partir dos argumentos apresentados, a proposta de intervenção partirá da mudança de hábitos de cada cidadão, como a pratica de alguma atividade moderada por trinta minutos cinco vezes por semana, substituir escadas rolantes e elevadores por escadas, se possível a troca do carro ou transporte público por bicicleta ou a pé.