Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 11/04/2019
O termo sedentarismo não é algo recente, pois seu primeiro registro data do período conhecido como Neolítico, onde a aproximadamente 10 mil anos atrás, o homem interrompeu sua rotina de nômade, começando a criar cidades, plantar, desenvolver meios de produção, que com o tempo deram origem a facilidades tecnológicas, e máquinas que privariam o homem do trabalho desnecessário.
Porém, todas estas facilidades trouxeram prejuízos ao ser humano, pois com elas, o mundo começou a girar mais rápido, deixando as pessoas com cada vez menos tempo para si e mais tempo para o trabalho e a empresa onde trabalham. O homem parou de andar o que trouxe consequências, para sua saúde, como o acidente vascular cerebral, infarto, diabetes, hipertensão, obesidade, dentre outros. segundo a FAO, a obesidade, um dos fatores do sedentarismo, é responsável por cerca de 300 mil mortes por ano em países da América Latina.
Mas para evitar esses problemas de saúde relacionados ao sedentarismo, é recomendado por médicos endocrinologistas e profissionais da área de Educação Física, para estar fora do grupo sedentário, é que sejam gastas, 2.200 Kcal por semana em atividades físicas, e para ser uma pessoa ativa é necessário possuir uma quantia de mais de 5000 passos diários.
Mas além das medidas de passos, existem outras atividades que podem colaborar para uma boa saúde, como os exercícios aeróbicos que ajudam na perca de peso e ganho de resistência, mas seja em que modalidade for, o principal, é que a pessoa possua motivação para ser constante na atividade física, e programar dias na semana para sua realização, além de procurar consultar um profissional de Educação Física e um nutricionista para obter melhores resultados com segurança.