Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 13/04/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos à Saúde e ao bem-estar social. Conquanto, o sedentarismo impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido no sedentarismo e no problemas que ele apresenta. Segundo pesquisas e segundo as próprias pessoas que sofreram ou sofrem com as doenças que o sedentarismo que esta em 60% da população trás,como diabetes que esta em 10% e a hipertensão que esta em 28% desses 60%, fora também os 20% restantes que são outros problemas. Diante do exposto temos que o sedentarismo é algo extremamente sério.

Faz-se mister, ainda, salientar a falta de exercícios da população, impulsionador do sedentarismo. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, politicas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto a falta de exercícios faz-se um importante combatente contra o sedentarismo pois não ninguém que não possa fazer algum tipo de exercício, qualquer pessoa pode caminhar por exemplo, caminhar nem que seja pois 30 minutos já faz uma diferença considerável.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que a implementação de centros comunitários de incentivo e prática de esportes variados fosse possível. Dessa forma, o Brasil poderia recuperar a sua saúde sobre o sedentarismo.