Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 15/04/2019

A Organização Mundial da Saúde(OMS) define como sedentárias as pessoas que realizam menos de noventa minutos de atividade física por semana, definição que, infelizmente, muitas pessoas de todas as idades se encaixam. A alta porcentagem de sedentários não deve ser ignorada, devido aos riscos trazidos pelo sedentarismo, como a obesidade e fraqueza óssea e muscular.

No mundo moderno, existem diversos hábitos que criam um baixo nível de atividade física na vida de grande parte da população, em consequência, os níveis de sedentarismo sobem. É necessário uma grande mudança no estilo de vida para parar com o sedentarismo e por este motivo é muito difícil para algumas pessoas de deixar o sedentarismo, pois o mesmo significaria uma diminuição no tempo usado para certos lazeres, como o uso excessivo do computador, assim como começar o hábito de praticar exercícios, o que requer um esforço muito maior do que se está acostumado. Porém, algumas pessoas, decorrente de sua ocupação, necessitam passar grande parte de seus dias sentadas,  sem poder elevar seu grau de atividade física.

O sedentarismo traz grandes riscos à saúde, devido a falta de atividade física, pode haver enfraquecimento dos ossos e também dos músculos, possivelmente chegando a uma atrofia. Obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares também podem derivar de uma vida sedentária.

Em conclusão, o sedentarismo é um problema que afeta um grave número de pessoas, de forma que muitos dizem que este é o “mal do século”. É preciso conscientizar a população sobre o tópico, mas apenas tornar a sociedade ciente do sedentarismo não é suficiente, é necessária uma mudança individual em cada pessoa, com um aumento de atividades físicas, mesmo que a pessoa necessite estar sentada durante o dia, trocar  o uso de elevadores por escadas e levantar-se mais frequentemente pode fazer uma diferença. É imprescindível combater o sedentarismo, para assim criar uma sociedade com mais saúde e disposição.