Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 14/04/2019
Com os avanços tecnológicos a contínua necessidade pelo rápido e prático se tornou constante. A endocrinologista Eveline Morsch enfatiza que a busca pelo prazer imediato é expressada na dieta da população e é a maior causa do sedentarismo. Os alimentos rápidos pré-datados são extremamente prejudiciais e não são notados por suprirem a necessidade procurada.
Tal que podemos ver diversos significados para sedentarismo, muitos deles nem estão relacionados com falta de exercícios e sim com a ausência de perdas calóricas. Estima-se que devemos ter 150 minutos de atividade física na semana, e não temos metade disso em um mês por conta da tecnologia. O expresso desapego pela saúde física é grande por conta das demasiadas opções de fuga no pouco tempo que temos.
Segundo pesquisas da revista The Lancet, se o padrão constado progredir, a meta de melhora até determinado ano como 2025, assumida pela OMS, não será alcançada. Durante essas pesquisas o brasil que não, tem quaisquer problemas com a questão de tempo, como neve, por exemplo, não é dedicado a isso. O presidente do conselho federal de Educação física Jorge Steinhilber, argumenta que essa prática deve ser imposta desde crianças, porque acaba sendo um grande círculo vicioso não impor isso desde cedo, e até mesmo ter um suporte nas escolas para assim ter uma melhor prevenção a essa doença.
Portanto, devemos colocar em prática uma melhora na alimentação e o estado deve vetar alimentos com grandes malefícios a saúde, a atividade física precisa ser recorrente e imposta as crianças desde cedo para assim quebrar o círculo vicioso imposto pela sociedade. A melhora pela mudança de hábitos é inevitável e imposta de modo forte pela médica Rosylane Rocha, que enfatiza melhora de humor e menos cansaço para atividades habituais. Assim, todos saem ganhando pela nova proposta dada a gerações futuras que serão mais saudáveis e ativas fisicamente.