Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 14/04/2019

Um estudo publicado na revista Nature, acompanhou os passos de 717 mil homens e mulheres que vivem em 111 países, durante 95 dias. O aplicativo usado pelos cientistas para coletar informações foi o Azumio Argus, que além de contar passadas também coleta informações como idade, gênero, altura e especialmente o peso. Coincidentemente em  86% dos casos, tanto os homens quanto mulheres tiveram um percentual baixo de atividade física, onde ao serem questionados pelo próprio aplicativo, dizem preferir ficar em no sofá assistindo a séries á prática de exercícios físicos.

O principal problema do sedentarismo é que ele não está ligado somente como uma opção de lazer ou descanso, mas também com graves  problemas de saúde. Diabetes, hipertensão, obesidade são exemplos de consequências que junto a uma má alimentação englobam  a situação de saúde de um indivíduo, que em sua maioria não é a das melhores.

Além disso devemos destacar a mudança no estilo de vida, onde a mentalidade é completamente alterada para um gasto calórico (atividade física)  diminuído, o que faz com que laços sejam quebrados preferindo o isolamento á movimentação.

Para que isso possa mudar, o Ministério da Educação deve verbalizar palestras nas escolas e nas comunidades, passando a mensagem do valor que a atividade física tem na vida de cada um e como a prática de exercícios influencia diretamente na relação com as pessoas, tendo em vista que a participação do governo é essencial para o desenvolvimento social de cada grupo populacional.