Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 15/04/2019

O sedentarismo não está apenas relacionado à atividades físicas, mas sim ao gasto calórico semanal com atividades em geral. Dentro do grupo dos sedentários estão aquelas pessoas que gastam até 2200 calorias por semana. Boa parcela das taxas atuais de sedentarismo se dão graças aos rápidos avanços tecnológicos, que facilitam a nossa vida e eliminam a necessidade de realizar certas tarefas, que antes tinham de ser cumpridas manualmente. Será o sedentarismo o verdadeiro mal do século?

Com base em dados do IBGE, provenientes da Pesquisa Nacional de Saúde, de 2013, estima-se que quase metade da população brasileira adulta é sedentária e, segundo a Organização Mundial da Saúde, este mal pode ser verificado é mais de 60% da população, o que o torna o fator de risco mais preocupante do planeta. Os prazeres e benefícios das atividades físicas estão sendo deixados de lado cada vez mais, seja por simples preguiça ou dependência da tecnologia.

As consequências deste aumento descomunal do sedentarismo podem ser devastadoras. As pessoas não vão mais ter disposição para nada, o condicionamento físico será altamente prejudicado e um dos, se não o pior problema, é a obesidade. Unindo o crescente consumo de fast foods e comidas industrializadas com a alta do sedentarismo, cria-se um efeito bola de neve que eleva com rapidez o sobrepeso da população.

Para combater o sedentarismo em um mundo majoritariamente sedentário, são essencias o investimento e incentivo pesado em esportes e outras atividades físicas. Escolas, por exemplo, devem oferecer aulas esportivas, o governo deve divulgar e apoiar projetos como corridas municipais e etc, os meios de comunicação devem apontar os ganhos que se tem com a prática regular de atividades físicas e esportivas, enfim, as soluções são diversas, basta por a mão na massa.