Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 15/04/2019
O sedentarismo é definido por falta ou grande redução de exercício físico, atualmente atua como o mal do século, entretanto também é extremamente recente. O motivo é que ele veio junto da tecnologia das telas portáteis, mas já se encontra apto para competir contra a melancolia (o antigo grande mal).
Seu impacto na sociedade é tão grande quanto o impacto causado por ele no nosso corpo, seus efeitos negativos incluem redução metabólica (aumento dos acúmulos de HDL e gorduras, afeta o coração, aumenta a pressão, etc.), que de acordo com Guyton em seu livro Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças estão relacionadas não apenas em infartos por volta dos 40 anos, mas também com AVCs em idosos. Para contornar essas enfermidades recomenda-se o gasto diário de 2.200Kcal, mas como?
Nem para todos é fácil exercer atividades físicas diárias, ou o mínimo recomendado de 3 vezes por semana (número genérico adotado por doutores que esperam que o paciente não possua distúrbios metabólicos), todavia a atividade não é o essencial, e uma alimentação balanceada com a atividade física como suporte já é o suficiente para muitos.
Para quem possuí problemas que se agravam com impactos (durante uma corrida, ou caminhada) é recomendado exercícios na água, logo são poucos os empecilhos que podem impedir a população.
Para as crianças, temos as escolas que podem guia-las e ensinar a prática de exercícios, mas a tecnologia dificulta a tarefa. Em casa deve-se reforçar esses estímulos para criar um hábito, e esse costuma durar por toda a vida.
A solução para o problema encontra-se nos mais velhos, que precisam ser incentivados á prática de exercícios e assim as faixas etárias menores também vão começar a perder peso. E, não há nada que assuste mais um pai que um filho doente, é muito importante a mídia divulgar os efeitos negativos que a obesidade pode causar em uma criança, algo que nos dias de hoje não é incomum de estar associado ao sedentarismo.