Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 16/04/2019

Conforme a segunda lei de Newton, a lei da inércia, no qual um corpo tende a permanecer até que uma força suficiente atue sobre ele mudando - o de percurso, o sedentarismo é um problema que vem estado presente cada vez mais sobre a vida das pessoas, as combinações de fatores que acarretam em tal está associado a diversos distúrbios de saúde e pelo “conforto” do ser humano ao tentar agir sobre as situações.

O sedentarismo está tão em voga nos meios de comunicação que atualmente mais de 60% dos brasileiros adultos podem ser classificados como sedentários tanto psicologicamente quanto fisicamente. O corpo humano está totalmente adaptado para o movimento; essa adaptação é proveniente dos séculos vivendo de forma nômade, e sendo obrigado - a literalmente - correr atrás do alimento. As mudanças no estilo de vida na era moderna aconteceram muito rápido e as adaptações orgânicas e genéticas demoram a acontecer, ou seja, biologicamente ainda pode-se perceber tal igualdade, porém sem o movimento fisicamente, não terá alternância quanto a mente, se está cansado ou desprovido de fazer algo, logo está relacionado um ao outro, trazendo assim um “conforto maléfico”.

Embora os malefícios causados pelo sedentarismo sejam de conhecimento geral, a preocupação com a saúde fica em segundo plano. Não é novidade para ninguém que o risco de infarto, hipertensão ou doenças, como a diabetes, diminui ou, até mesmo, é extinto quando o indivíduo pratica exercícios regularmente. Apesar da informação ser de senso comum, segundo a Organização Mundial de Saúde, 70% das pessoas do mundo são sedentárias, e muitas vezes as mesmas nem percebem ao que estão sujeitas. Entretanto, tal estilo de vida continua a se desenvolver e, através das crianças, vai se perpetuando; a infantilidade está se perdendo ao meio tecnológico; não se brinca mais ao ar livre, apenas por meios de entretenimentos da tecnologia avançada, no entanto, tal problema só irá ser solucionado se uma “força suficiente” persistir sobre ele.

Portanto, é necessário que algumas medidas sejam tomadas acerca do assunto. O Ministério da Educação, em parceria com o Ministério do Esporte, precisa desenvolver projetos de cunho esportivos nas escolas, como competições ao longo do ano letivo. Assim, desde cedo, as crianças estariam inseridas em atividades físicas e, possivelmente, levariam esse estilo de vida para o futuro, como também estariam com suas mentes ocupadas favoravelmente. Além disso, é imprescindível o apoio da mídia, que através de campanhas, por exemplo, seja mostrada a necessidade da prática de fazer algo em prol da saúde, incentivando as pessoas, aos poucos, a ter uma melhor qualidade de vida.