Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 15/04/2019
Sedentarismo: o grande mal do século?
Na contemporaneidade, com o advento da tecnologia, houve mudanças significativas na rotina do brasileiro. Dessa forma, percebe-se que as atividades físicas e o cuidado com a saúde tem ficado em segundo plano. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como o desenvolvimento de doenças, em decorrência desse novo cotidiano e, a falta de infraestrutura nas cidades para a realização de atividades físicas simples.
Em primeira análise, cabe pontuar que segundo o IBGE, mais de 60 milhões de pessoas são sedentárias. Por conseguinte, o baixo gasto calórico semanal, desencadeia um ambiente propenso para evolução de doenças, tais como diabetes, osteoporose, câncer, doenças do coração, problemas na coluna, entre outros. Ademais, todas essas disfunções reduzem a qualidade de vida do indivíduo, impossibilitando-o de realizar tarefas habituais.
Além disso, convém frisas que grande parte dos municípios carecem de ciclovias,“pedestrovias” e academias populares.Como resultado, pessoas que não possuem renda para arcar com atividades físicas particulares são impossibilitadas de exercitarem-se, dando espaço ao sedentarismo. Outrossim, cidadãos arriscam-se no meio de carros, ônibus e motocicletas, praticando exercícios como caminhada e ciclismo, buscando assim uma vida mais saudável.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. É imprescindível que o Governo Federal, junto aos governos municipais, elabore um plano de obras visando estruturar as cidades com ciclovias, academias populares e ‘‘pedestrovias’’, com o intuito de melhoras a qualidade de vida dos moradores e reduzir o número de pessoas sedentárias e portadoras de doenças causadas por esse mal. Também é essencial que as autoridades realizem mutirões para promover a saúde, afim de orientar a população sobre o bem-estar físico e mental.