Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 15/04/2019
O sedentarismo é conhecido como a doença do século, juntamente com o estresse e a depressão. Definido como a falta ou diminuição de atividades físicas, ele está associado ao comportamento cotidiano decorrente dos confortos da vida moderna. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pessoas que tem um gasto calórico menor que 2200 calorias semanais são consideras sedentárias ou com hábitos sedentários.
O Ministério da Saúde (MS), em 2009, afirmou que no Brasil os sedentários compõem 26,3% da população geral, e que apenas 16,4% é considerada ativa de acordo com as recomendações gerais da OMS.
O desenvolvimento tecnológico oferece um ambiente convidativo a tranquilidade e ao sedentarismo exagerado. A sociedade moderna do mundo digital está deixando o homem fraco e doente; atualmente, há pouca movimentação entre as pessoas, a maioria da população permanece parada, mesmo no trabalho ou no cotidiano. E como tudo tem um preço, o sedentarismo tem enormes consequências na atualidade. Os resultados são desastrosos para a saúde e os números de pessoas obesas são alarmantes.
Falar de sedentarismo é, acima de tudo, falar de sociedade e fatores complexos ligados ao homem. É quase impossível encontrar uma causa central que justifica a doença do século, porém, as formas de se combater o problema são infinitas. Para não ser considerada sedentária, uma pessoa pode fazer uma caminhada acelerada de 30 minutos por dia até o trabalho, o que representa um gasto médio de 1400 calorias semanais, somados com outras atividades físicas simples que você pode adotar: arrumar a cama, cozinhas, dançar, levar o cachorro para passear, entre outros exemplos.
A prática de exercícios físicos associados a mudança nos hábitos alimentares, podem evitar cerca de 250 mil mortes por ano no Brasil, relacionadas a doenças cardiovasculares.