Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 15/04/2019

O sedentarismo é definido como a ausência ou grande diminuição de execícios físicos realizado pelo indivíduo, todavia, é diretamente ligado à pouca quantidade de calorias gastas semanalmente do mesmo. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as pessoas sedentárias são aquelas que fazem menos de 90 minutos de atividade física na semana, e essas fariam parte pelo menos 60% da população mundial adulta, mas que tipo de problemas esse mal pode acarretar?

Certas consequências do sedentarismo são tão graves que podem levar inclusive à morte. Alguns de seus efeitos prejudiciais mais comuns são obesidade, fraqueza (tanto óssea quanto muscular), cansaço crônico, hipertensão, entre outros. Calcula-se que todo ano morrem cerca de 2 milhões de pessoas devido à prática insuficiente de exercício físico.

O excedente aumento das novas tecnologias têm tido uma grande influência para que o sedentarismo ampliasse, principalmente na infância da atualidade. Crianças e passam cada vez menos tempo ao ar livre brincando no parque e mais tempo na frente da televisão, celulares ou dos videogames, criando assim o hábito de procurar o modo mais fácil e menos cansativo para quaisquer situações.

Considerando que esse problema causa muito prejuízos a saúde dos afetados e que boa parte da população sofre dele, a preocupação em relação ao mesmo deveria ser muito maior. Palestras sobre a importância dos exercícios físicos seriam uma boa forma de informar os jovens nas escolas. Ensinar simples hábitos que não exigem muito esforço e fazem toda diferença. Executar as tarefas domésticas triviais, como limpar ou realizar alguma tarefa de jardinagem, são formas de estar ativo e não tornar-se se sedentário, sem sair de casa. Algo a se fazer também seria aproveitar enquanto assiste televisão para realizar alongamentos ou exercícios leve. Caminhar pelas ruas, escolher escadas ao invés de elevadores, ir caminhando fazer as compras ou levar o cachorro para passear.