Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 16/04/2019

Na maioria das vezes, heróis e vilões possuem um disfarce para não serem reconhecidos, é muito mais difícil reconhecer um vilão quando esse usa máscara. Um dos maiores vilões desse século, que vêm de mansinho conquistando seu espaço, é o sedentarismo. Pouco falado entre as pessoas, porém já conquistou mais de metade da população mundial.

Que é importante fazer atividades físicas, a maioria das pessoas já sabe, porém, na prática, muitas vezes isso não acontece. O adolescente hoje em dia, prefere ficar o dia inteiro jogando video game, no celular ou na televisão. Sair de casa, respirar ar fresco, andar de bicicleta, já é algo muito fora do comum para a maioria dos jovens. Porém esse não é o único problema presente. O sedentarismo está relacionado a perda de calorias semanais, e sim, atividade física contribui muito para isso, mas, a alimentação saudável, balanceada e a importância da água na perda de calorias faz muita diferença, e isso não é muito falado.

Existem alimentos que aceleram o metabolismo fazendo com que a perca diária de calorias seja mais alta, além do fato de trazer mais disposição para se exercitar e ânimo para o dia. O sedentarismo traz diversas doenças, tanto físicas como psicológicas, por exemplo, a maioria das pessoas que são sedentárias tem depressão. Não existe nenhum fator positivo nisso, e é preciso reconhecer logo esse vilão, esse mal do século que vêm roubando a alegria e energia das pessoas.

É preciso sim ser falado sobre esse assunto, e como preveni-lo, desde crianças até idosos, a importância da atividade física é bem falada, porém os malefícios que a falta dela trazem não são, e isso precisa mudar. Aprender desde cedo a diferença que alimentos e a água podem fazer no metabolismo e na perda de calorias, e criar essa cultura de não ficar o dia inteiro na frente da tv, e sim passear ao ar livre, correr e ter contato com a natureza. Saber desde cedo reconhecer esse vilão, inibir seu poder sobre a população e tirar-lo a máscara, para a próxima geração, fará toda a diferença.