Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 16/04/2019

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as pessoas sedentárias são aquelas que fazem menos de 90 minutos de atividade física na semana. E segundo indicam seus informes, o sedentarismo é um mal que afeta pelo menos 60% da população mundial adulta. Calcula-se que todo ano morrem cerca de 2 milhões de pessoas devido à prática insuficiente de exercício físico. O sedentarismo é um estilo de vida perigoso que passou a ser moda no século XXI.

Dele sofrem as pessoas que fazem muito pouco ou nenhum tipo de exercício físico, o que aumenta o risco de que sofram diferentes problemas de saúde. Muito vinculado à obesidade e a doenças cardiovasculares, tais como a diabetes, é considerado a praga da idade contemporânea.

Em muitos casos as pessoas sedentárias, além de não se considerarem como tais, usam seus problemas de saúde para continuarem inativas. Ou seja, acreditam que sua condição física é o que as impede de fazer qualquer tipo de esforço físico, quando provavelmente é o contrário: a origem do seu mal-estar é justamente essa falta de atividade e cronificação de sua condição sedentária.

O sedentarismo traz muitas consequências, tais como: fraqueza óssea e muscular: se você não pratica um idioma, acaba esquecendo-o. No caso dos músculos se você não exercitá-los, eles se enfraquecem, cansaço crônico: o sedentarismo faz com que as pessoas se esgotem muito rápido, obesidade: aumenta o risco de sofrer de diversos problemas circulatórios e cardiovasculares. A síndrome metabólica está muito vinculada ao sedentarismo. Abrange um conjunto de fatores de risco e transtornos precursores de doenças crônicas, como a cardiopatia isquêmica e diabetes tipo 2.

Por isso devemos tomar cuidado com nossa alimentação, procurar sempre comer alimentos saudáveis, e se possível com ajuda de um nutricionista. Se exercitar pelo menos uma vez por dia, nem que seja subindo e descendo escadas, e sempre ir ao médico fazer exames gerais;