Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 16/04/2019
Multiculturalismo? Integração forçada? Estado de direito? Não. O mal do século é com certeza o sedentarismo.
Muitos avanços na área de saúde, e falo da questão de resolver problemas, mas pouco tem sido feito na prevenção do que já é o pior pesadelo do homem moderno, o sedentarismo. Pesquisas realizadas pela Faculdade de Medicina da Universidade Stanford nos Estado Unidos, revelou que 51,7% das mulheres em 2010 estavam em sopre peso e 43,5% dos homens também estavam. Não é apenas nos EUA onde os número são tão alarmantes, o Ministério da Saúde também contribui com a avaliação física dos brasileiros e uma pesquisa que constatou que mais da metade dos brasileiro estão a cima do peso.
As causas para essa nova epidemia estar tomando proporções tão alarmantes é bem óbvia e clara, o avanço tecnológico nos trouxe muitas facilidades, mas talvez essa faca tenha dois lados, pois como diz a própria instituição do IBGE, os aparelhos eletrônicos são a mais expressiva causa das pessoas estarem parando de se exercitar. O mundo está cada vez mas conectado, cada vez mais instantâneo, mais rápido e talvez a causa e também a consequência seja a evolução dos Smartfones, os quais hoje não cumprem apenas poucas funções como na década de 90, mas que assumem a função de um computador portátil que cada vez mais atribui novas funções para ser mais e mais produtivo, e a questão agora se desvia para a pergunta: Por que a obesidade/sedentarismo está acontecendo em tão frande escala apenas agora, por que nossos avós não sofriam com porcentagens tão aterrorizantes como as que temos hoje? A resposta é simples novamente e pode ser até deduzida logicamente: O tempo é escasso.
Cada vez mais na história o homem sempre focou em produzir cada vez mais e melhor, mais e mais rápido, mais e mais eficientemente, e como o físico Albert Einstein já explicava, o avanço tecnológico é exponencial, e não linear. Uma diferença de tempo de 5 anos talvez não tenha tanto impacto assim nas vidas humanas, mas umas evolução de 10 anos tem um impacto incrivelmente maior, devido aos novos métodos de se produzir métodos para construir novas tecnologias. Nossos celulares são um exemplo bem claro disso, é impossível fica muito empo com um, a tecnologia avança rápido demais, e de repente o que era o melhor é o pior do mercado.
Isso tem uma implicação lógica nos efeitos da saúde, com os humanos disponibilizando mais e mais do seu tempo a regalias que o avanço da tecnologia nos proporciona, nós tendemos a esquecer que nossa evolução não é de perto da mesma velocidade das novas tecnologias.